1. Medidas postas em prática para que a administração pública alcance os seus objetivos. 2. É toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si próprio.



Representação alfabética destinada a identificar cada um dos segmentos/tipos de instituções/empresas, conforme a seguir detalhado, esclarecido que cada segmento possui um elenco próprio de contas no Plano COSIF (Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional): A - Sociedades de Arrendamento Mercantil B - Bancos Comerciais C - Sociedades Corretoras D - Bancos de Desenvolvimento E - Caixas Econômicas Estaduais F - Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento G - Conglomerados Financeiros H - Administradoras de Consórcio I - Bancos de Investimento J - Sociedades de Crédito ao Microempreendedor K - Agências de Fomento ou de Desenvolvimento L - Banco do Brasil S.A. M - Caixa Econômica Federal N - B.N.D.E.S. O - Fundos de Investimento Q - Conglomerados Econômico-Financeiros R - Cooperativas de Crédito S - Sociedades de Crédito Imobiliário e Associações de Poupança e Empréstimo T - Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários U - Bancos Múltiplos W - Companhias Hipotecárias X - Carteira de Desenvolvimento (existente até outubro/91) Y - Carteira de Câmbio (existente até novembo/91) Z - Instituições/Empresas em Liquidação Extrajudicial



Tipo de cálculo matemático. Muito utilizado pelas companhias de seguro para determinar o preço das apólices de seguro a partir do estudo das probabilidades de que ocorram acidentes ou sinistros.



As comissões da Casa promovem audiência pública com a participação de autoridades, especialistas ou entidades da sociedade civil para instruir matéria que se encontre sob seu exame, bem como discutir assunto de interesse público relevante.



É um exame pericial, total ou parcial, executado por um auditor, das finanças e do capital de uma instituição, em uma data determinada, bem como exame das transações financeiras durante um período fiscal que termina nessa data.



Uma administração prudente requer um auditor independente e externo. Um auditor independente não é um empregado da instituição de saúde; seu interesse não são as necessidades da administração interna, mas sim as necessidades externas; sua revisão de operações é limitada a assuntos basicamente financeiros; apenas eventualmente se preocupa com a descoberta e prevenção de fraude e o exame da instituição em questão é feito periodicamente.



Exame analítico e pericial prévio, concomitante e subseqüente, da legalidade dos atos da administração orçamentária, financeira e patrimonial, bem como da regularidade dos atos técnico-profissionais praticados no SUS por pessoas físicas e jurídicas integrantes ou participantes do sistema. A auditoria interna deve verificar se as metas e os objetivos claramente estabelecidos foram atingidos, se a cobrança e o controle de custos foram feitos de forma adequada. O controle da qualidade da assistência prestada também deve ser alvo da auditoria interna.



Operação de expansão do capital da empresa, que pode ocorrer através de lançamento de novas AÇÕES ou em consequência de incorporação de reservas ao capital de uma empresa sem emissão de novos títulos.



Autárquica. Diz-se de uma economia fechada que tenta ser auto-suficiente.



Entidade administrativa autônoma, criada por lei com personalidade jurídica de direito público, patrimônio próprio e atribuições estatais específicas para realizar os fins que a lei lhe atribuir.



Aquela a que a lei instituidora conferir privilégios específicos e aumentar a sua autonomia comparativamente com as autarquias comuns. São autarquias de regime especial, entre outras: Banco Central do Brasil (Lei nº 4559/64), Comissão Nacional de Energia Nuclear (Lei nº 4118/62) e Universidade de São Paulo (Decreto-Lei nº 13855/44).



Semelhante a “Authority do Purchase”, exceto que é rotativa, não tem prazo de vencimentos e os saques, comumente, são em moeda estrangeira.



“Authority to Pay”(Frequentemente confundido com “Letter of Credit” – Carta de Crédito) É um aviso procedente de um comprador e enviado através do banco do comprador ao vendedor, por meio de correspondente do banco comprador no país do vendedor, autorizando o banco correspondente a pagar os saques do vendedor num montante estipulado.



Este documento, embora semelhante ao “Authority to Pay”, difere em que, sob a “Authority to Purchase”, os saques são comprados pelo banco correspondente com ou sem recurso contra o sacador.



Limite estatutário, de competência de assembléia geral ou do conselho de administração, para aumentar o capital social de uma empresa.



Desembolso autorizado.Ato pelo qual uma terceira pessoa, distinta do sacado, do sacador e dos endossantes, garante o pagamento de um título na data de seu vencimento.



É o documento oficial com o texto da norma aprovada em definitivo por uma das Casas do Legislativo ou em sessão conjunta do Congresso, e que é enviado à sanção, à promulgação ou à outra Casa.



Denominação usada para designar os caixas eletrônicos. Outro termo utilizado é "terminais de auto-atendimento", uma vez que estes equipamentos possuem uma variedade de funções, como realizar consultas gerais, pagamentos, aplicações e resgates, troca de senhas, emissão de cheque avulso e retirada de dinheiro.



Concessionário ou agente autorizado pela Aneel que gera energia para consumo próprio. Essa energia pode substituir ou complementar o volume adquirido da distribuidora.



Consentimento dado ao administrador para realizar determinada operação de receita ou de despesa pública.